PANELAS ATINGIDA PELA SÍNDROME DE ESTOCOLMO



Historicamente essa síndrome recebe seu nome em referência ao famoso assalto de Norrmalmstorg do Kreditbanken em Norrmalmstorg, Estocolmo (Suécia) que durou de 23 a 28 de agosto de 1973. Nesse acontecimento, as vítimas continuavam a defender seus raptores mesmo depois dos seis dias de prisão física terem terminado e mostraram um comportamento reticente nos processos judiciais que se seguiram. O termo foi cunhado pelo criminólogo e psicólogo Nils Bejerot, que ajudou a polícia durante o assalto, e se referiu à síndrome durante uma reportagem. Ele foi então adotado por muitos psicólogos no mundo todo.

A princípio, as vítimas passam a se identificar emocionalmente com os sequestradores por meio de retaliação e/ou violência. Pequenos gestos gentis por parte dos raptores são frequentemente amplificados porque o refém não consegue ter uma visão clara da realidade e do perigo em tais circunstâncias. Por esse motivo, as tentativas de libertação são tidas como ameaça. É importante notar que os sintomas são consequência de um stress físico e emocional extremo. O complexo e dúbio comportamento de afetividade e ódio simultâneo junto aos raptores é considerado uma estratégia de sobrevivência por parte das vítimas.

Pois bem, depois dessa breve analise histórica podemos constatar ou atestar que a maioria da população panelense sofre desse “mal”, pois tem votado e elegido pessoas que “as molestam” através do “controle” politico/social, uma vez que esses roubam seu dinheiro, não investem na saúde (fazendo com que morram nas filas do hospital e pela falta de medicação), na educação (mantendo o povo ignorante pra não perceber sua própria realidade de prisão) e etc. Poderíamos aqui enumerar uma serie de males que a politica “Sergianista” tem afetado a sociedade panelense como um todo, mas em vez de expurgar esses males, muitos continuam ainda votando e elegendo quem tanto os “sequestram” da prosperidade social, outros até os defendem (como é próprio da síndrome de Estocolmo), a grande questão é como chegamos nesse ponto? Irei tentar ser o mais didático possível e explicar de uma forma quase pantomímica usando a “Teoria do Bode Na Sala”, vamos lá:

Dizem que um pai de família passando por sérias dificuldades, que morava numa casinha muito pequena e com muitos filhos, foi pedir ajuda ao pároco da sua cidade.
Após escutar seu drama, o padre lhe deu um bode com a recomendação de que, durante uma semana, o homem mantivesse o mesmo na sua sala. Após este prazo, o pobre coitado deveria então retornar a igreja. Passada uma semana, o cidadão retornou.

O padre perguntou: E então? As coisas melhoraram?
– Não, seu padre. Não melhorou nada… O bode está nos atrapalhando bastante.
– Então, devolva o bode e volte daqui a uma semana. Disse o padre.
O sujeito devolveu o bode e uma semana depois retornou.
Novamente o padre perguntou: E então? Às coisas melhoraram?
– Agora sim, seu; padre, a minha vida nunca foi tão maravilhosa. Sem o bode a gente tem espaço na sala e não tem mais aquele mau cheiro. E lá foi o feliz homem de volta à sua casa, agradecido a Deus pela vida que levava.


Assim foi implantado o sistema “Sergianista” em Panelas!


Por: Josias Andrade
Licenciando em Historia, cofundador do Movimento Cultural Panelense e blogueiro.

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